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Livro O Menino do Pijama Listrado



Bruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer.  Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. ‘O menino do pijama listrado’ é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
Título: O Menino do Pijama Listrado
autor: John Boyne
tamanho: 500kb
formato:.DOC
Idioma: Português

Coleção História Geral da África



Essa coleção sobre a história da África é um projeto da UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) que foi lançada, no dia 9/12, na edição em português. A obra de oito volumes e quase dez mil páginas, que já havia sido editada em sua totalidade em inglês, francês e árabe, foi elaborada ao longo de 30 anos por 350 pesquisadores, sob a coordenção de um Comitê Internacional Científico formado por 39 intelectuais, sendo que 26 deles de origem africana.

A Civilização Asteca- Jacques Soustelle



América pré-colombiana tem sido o tema que mais demonstro entusiasmo dentro da história, seja pelos Astecas, Maias ou Incas. Esse livro, como o título sugere, descreve as características básicas dos Astecas, sendo assim, não é um livro para pesquisas aprofundadas.
O livro é basicamente um resumo dessa civilização que ocupou boa parte do território mexicano. A divisão dos capítulos é um tanto simplória, classificados por temas específicos, como sociedade, governo e religião. O livro em si não segue uma linha cronológica, com exceção do primeiro capítulo, que redige como sucedeu a origem dessa civilização.
Muitos povos são citados, como os Olmecas e Toltecas e os chamados pós-toltecas, e desse ultimo, só alguns são necessários ser citados para o entendimento deste livro. Após uma guerra entre o estado de Texcoco, tendo Tenochtitlán como seu aliado, contra Azcapotzalco, no qual resultou na vitória dos dois estados aliados. A partir de então, formavam a Tríplice aliança, constituída por Tenochtitlán, Texcoco e por uma cidade pertecente a tribo de Azcapotzalco, Tlacopan. A tríplice aliança tornou-se o conhecido império asteca.
A sociedade era formada por algumas classes: povo (cidadãos normais), escravos (normalmente prisioneiros de guerra e usados como sacrifícios), artesãos, negociantes, dignitários e os sarcedotes, sendo que esses dois últimos eram considerados as classes dominantes. A aritmética asteca foi menos desenvolvida em comparação com os Maias, mas não menos importante. A data de nascimento de cada pessoa afirmaria qual profissão ela seguiria.
Assim como muitos povos antigos, faziam tributos aos seus deuses, de acordo com sua capacidade de produção, fauna e flora. Como foi citado antes, muitas vezes utilizavam escravos para sacrifícios humanos, e o guerreiro que conseguisse um número maior de escravos dos povos vizinhos era tratado com um respeito maior aos demais. Homens e mulheres com caráter jovial também eram utilizados para esses tipos de sacrifício.
Embora a arquitetura asteca fosse destruída em 1520, com a chegada dos espanhóis, pode-se ter uma idéia de como se era formada através de pinturas da época. A escultura, música e literatura merecem destaque, sendo basicamente representações religiosas.
O ultimo capítulo do livro conta de forma resumida como sucedeu a conquista desse povo, considerando como um dos fatores principais a sorte que Cortez teve em chegar ao solo mexicano no período em que, segundo a crença da religião asteca, o deus Quetzalcóatl retornaria, além dos equipamentos de guerra.
Muitos historiadores vão ter certo receio ao ler esse livro, pois não apresenta nota de rodapé, embora o autor faça uma lista de bibliografia no final. Acho relevante que o autor cita um manuscrito histórico asteca, o que poderia valorizar o conteúdo apresentado. A bibliografia é pouca, mas valiosa, além do autor respeitado quando trata-se de temas relacionados aos povos da América Latina.

Tamanho: 6mb 
 Formato: vários




História da vida privada 2- Da Europa Feudal À Renascença


Tratando do período que se estende do ano mil até a Renascença no século XV, 
a obra traça em linguagem acessível um vívido e instigante painel de 
instituições e costumes de fundamental importância para a compreensão do 
surgimento do homem moderno. Com a competência habitual, Georges Duby 
organiza e apresenta o volume, além de colaborar com ensaios específicos. O 
livro traz ainda textos de outros renomados historiadores, como Philippe 
Contamine e Danielle Régnier-Bohler, que recorreram a cartas,memórias, obras 
literárias, contratos e outros documentos, objetos domésticos e artefatos 
diversos, realizando um verdadeiro trabalho arquelógico em torno do ainda 
obscuro domínio da vida privada ao longo destes cinco séculos na Europa. 
Índice remissivo e bibliografia completam este volume fartamente ilustrado


Título: História da Vida Privada 2 - Da Europa Feudal À Renascença
Autor: Vários
Gênero: História
Editora: Companhia das Letras
Tamanho: 652
Formato: PDF 


História da vida privada- Do Império Romano ao ano mil


Nome do livro: História da Vida Privada – Volume 01 Do Império Romano ao Ano Mil
Nome do Autor: Philippe Ariès e Georges Duby
Gênero: História Geral
Ano de Lançamento: 1985
Editora: Companhia de Bolso

» Sinopse
Prefaciado pelo historiador francês Georges Duby, que dirige a coleção ao lado de Philippe Ariès, este primeiro volume cobre um período de cerca de oito séculos, do declínio do Império Romano à Alta Idade Média ocidental e à Bizâncio dos séculos X e XI.O livro reúne ensaios que examinam a vida cotidiana de cidadãos e escravos, senhores e servos – sua sexualidade, o casamento, a família, as diversas formas de moradia, as atitudes religiosas e as práticas funerárias -, compondo um quadro dos comportamentos individuais e sociais no período abordado.

Extensa e detalhada análise do cotidiano ao longo da História universal. Uma obra enciclopédica que, por sua abrangência, seriedade e funcionalidade, tornou-se um best-seller tanto junto ao público leigo como ao especializado.

»Informações
Nº de páginas: 640
Tamanho: 3,14Mb
Formato: doc                                                               

O livro de ouro da Mitologia



Título:
O Livro de Ouro da Mitologia
Autor:
Thomas Bulfinch
Editora:
Ediouro
Genero:
História
Ano:
2008

Tamanho:
10.9 Mb
Formato:
pdf
Idioma:
Português

                                                                                                                             

As 100 melhores histórias da Mitologia



Título: As 100 melhores histórias da mitologia
Autor: A. S. Franchini, Carmen Alenice Seganfredo

Gênero: História
Tipo: PDF
Tamanho: 3 mb
Editora: L&MP
Sinopse:Aquilo que hoje conhecemos por mitologia grego-romana começou como histórias mágicas e alegóricas que os antigos inventaram para, na falta da ciência, responder a algumas perguntas. Como começou o Universo? Como surgiram os homens? O que há no além-mar? Para onde vão as pessoas quando morrem? O que faz um homem apaixonar-se por uma
mulher e vice-versa? De onde surgiram os animais que habitam a Terra? O que ocasiona os relâmpagos? As respostas para essas e outras questões foram sendo forjadas pela sabedoria popular, isto é, não foram obras por um autor específico, mas nasceram espontânea e anonimamente da necessidade delas próprias e passaram de geração em geração em relatos flexíveis, que se modificaram conforme as circunstâncias. De tempos em tempos, um compilador decide fixá-las na forma que melhor lhe convém, daí por que hoje se podem encontrar tantas versões de cada mito. A. S. Franchini e Carmen Seganfredo escolheram contar os mitos não de um modo distanciado e acadêmico, mas como ocorria no início: como história de pessoas reais, de carne e osso, que realmente existiam. Por isso os episódios são apresentados em forma de contos.



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